Desventuras em Série | Crítica

A primeira temporada finalmente chegou ao Netflix, podendo ser assistida por nós, o público que tanto esperou o lançamento. Com certeza você conhece o incrível filme, estrelado por Jim Carrey no papel do Conde Olaf, que conquistou o público em 2004. Agora, a série trás novos atores e uma versão um tanto diferente.

Primeiramente, gostaria de me desculpar pela crítica não ser em vídeo, como é feito usualmente, mas logo voltarei a gravar. Voltando a falar da série, já era de se esperar que fosse diferente, mas não é tanto assim. Tenho que rasgar elogios para a caracterização, figurinos, cenário e efeitos visuais, que estão muito bons. Mesmo algumas vezes parecendo um pouco estranhos, é o que pede o estilo da série. Tudo feito de maneira excelente. O cenário é tão bom que parece real! Como se realmente existisse aquele lugar bem daquele jeito.

Os jovens órfãos Baudelaire ganharam atuações ótimas dos novos atores, Malina Weissman (Violet Boudelaire) e Louis Hynes (Klaus Boudelaire), além da nova versão da irmã mais nova, o bebê Sunny Boudelaire, que parece ser mais nova do que na versão cinematográfica.

Não posso falar da série sem comentar um dos personagens mais amados/odiados pelo público: o Conde Olaf. Vamos começar comparando as atuações de Neil Patrick Harris [How I Met Your Mother] e Jim Carrey como o personagem. Não tem como comparar os dois atores, cujos estilos de comédia são diferentes, mas ambos interpretam o mesmo personagem. Jim trouxe uma atuação – que eu considero imbatível – com um Conde Olaf totalmente pirado, bem mais engraçado, imponente e assustador. A versão de Neil é menos cômica, imponente e assustadora, mas é uma ótima atuação. É claro que eu prefiro Jim, ele foi perfeito no papel, mas Neil não fica tão para trás, pois está indo bem.

Também não vou comparar o seguimento da história da série com os livros, pois ainda não tive a oportunidade de ler um sequer. Mas provavelmente os livros carregam bem mais conteúdo do que a série, pois são um livro para cada episódio, bem como acontece na série, onde os episódios são divididos com os títulos dos livros. Então pode-se notar certas diferenças entre o filme e a série, onde vou considerar a série como mais completa e o filme como uma versão incrivelmente legal – talvez mais legal do que a série.

Poderia criticar o exagero de certas cenas quanto a humor e na atuação de Neil, mas ainda é um pouco cedo demais para isso. Vamos deixar a série se desenrolar enquanto assisto… e deixar meu cérebro se deliciar do entretenimento para chegar uma conclusão apenas no fim desta primeira temporada.

Mas, dando uma resposta concreta sobre o que eu achei da série, adorei. Com certeza sou uma das pessoas que vai acompanhar como fã, e quem sabe me tornar um. Se eu recomendo? 100%. A série é muito boa e promete muita coisa legal.

Compartilhar:

G.A. Oliver

O nerd mais sexy da internet! Blogueiro, músico, estudante de Física "Trabalho na OBA! (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) como planetarista e faço parte do GFRJ (Grupo de Foguetes do Rio de Janeiro)". Instagram e Twitter: eugaoliver

Loading Facebook Comments ...

Deixe uma resposta